terça-feira, 21 de julho de 2015

Atletas militares no pódio do Pan: óbvia continência  à bandeira
ao hino nacional 
Tiago Camilo, militar temporário: nosso consagrado  judoca de ouro no Pan de Toronto

Do AMgóes - Deprimente  a  desinformação sobre um assunto banal, transformado em insólito 'cavalo-de-batalha' na mídia 'especializada' e nas redes sociais(vão pedir a cabeça do Ministro da Defesa ou incorporar o fato aos ingredientes pró-impeachment de Dilma?).

Resultado de imagem para Fotos de atletas militares em continência à bandeira no PanPOR PARTES:

1)- Como ocorre mundo afora, atletas de 'alto rendimento' são convidados para engajamento temporário nas Forças Armadas, comprovada formalmente sua requerida habilitação, a exemplo de outras categorias profissionais (cozinheiro, enfermeiro, técnico em eletrônica e informática, médico, dentista, fisioterapeuta etc.

Resultado de imagem para Fotos de atletas militares em continência à bandeira no Pan2)- Cada atleta é qualificado em graduação pertinente ao nível do respectivo  currículo estudantil/profissional.

3) - Incorporados ao serviço militar, passam a exercer prerrogativas e obrigações inerentes aos regulamentos das três Armas, entre as quais a saudação identificada por 'continência', no cumprimento a seus pares, notadamente superiores hierárquicos e autoridades/ personalidades públicas, bem assim - em primeiro plano - aos símbolos do Estado brasileiro(e de outros países), a exemplo da bandeira nacional.


Resultado de imagem para Fotos de atletas militares em continência à bandeira no Pan4) - Embora ocasionalmente integrantes de delegação brasileira em  competições esportivas internacionais, os atletas, militares, vinculados às Forças Armadas, cumprem simplesmente recomendações formais de suas instituições, específicas para reverência em eventos de apresentação/ hasteamento da bandeira nacional. Depreende-se que a descabida celeuma, reverberada na mídia e nas redes sociais, decorre de generalizado desconhecimento sobre o tema, alçado à súbita estupefação dos 'ignaros'.


Resultado de imagem para Fotos de atletas militares em continência à bandeira no Pan5) - Malgrado 'deslustrados'(aqui incluídos os 'com anel no dedo') não o façam, é dever de cidadania perfilarmo-nos - qualquer um de nós, civil ou militar - diante dos símbolos nacionais. Cláusula inserida no texto da Constituição Federal.

'Idiotas da opinião' infestam a internet, vociferando do interior do casulo de sua proverbial insipiência.

segunda-feira, 20 de julho de 2015


O   dramático   depoimento   de Renan Calheiros na TV Senado pode ser traduzido numa frase: “Tô frito!”              (Paulo Nogueira)                                                 

Fim de festa

Fim de festa
O dramático depoimento de Renan Calheiros na TV Senado pode ser traduzido numa frase: “Tô frito!”
Renan, numa atitude clássica, projeta no mundo seus problemas pessoais. Mais especificamente: no Brasil e no governo Dilma.
Coloquemos as coisas na devida dimensão.
O Brasil é afetado por uma crise econômica internacional. A maior prova do poder dessa crise é que até a China, inexpugnável aparentemente durante tanto tempo, está sofrendo um castigo.
Como todas as crises, esta vai passar, e o Brasil voltará a crescer como antes, bem como a economia mundial.
O que não deve passar tão cedo são os apuros de Renan.
Para ele, como para Eduardo Cunha, a casa caiu.
Renan é um dos citados na Lista de Janot, e agora é tempo de os políticos que nela aparecem prestarem contas.
Muitos deles, particularmente os pertencentes ao PMDB, acharam que a farra era eterna.
Abraçados sempre ao poder, se tinham na conta de invulneráveis.
Era como se tivessem descoberto a fórmula do crime perfeito.
Tiveram uma contribuição formidável para que a cena política nacional virasse objeto de desprezo e escárnio entre os brasileiros.
Nas pequenas e nas grandes coisas, exorbitaram.
Como esquecer o avião da FAB utilizado por Renan para uma viagem destinada a um implante de cabelos?
Não que ele fosse um caso único.
Joaquim Barbosa, o Platão da República, requisitou também, quando presidente do STF, o avião da FAB para levar uma comitiva de jornalistas bajuladores que testemunhassem uma palestra sua em Costa Rica de superior irrelevância.
A parte mais patética das lamúrias de Renan disse respeito a Eduardo Cunha. Renan prestou a ele um bizarro tributo num momento em que os brasileiros souberam que as pessoas que fazem negócios com o presidente da Câmara temem pela integridade de seus familiares caso não sigam suas recomendações.
Renan falou no trabalho de Cunha à frente da Câmara, ou 'Câmera', como diz o juiz Moro.
A que ele se refere?
Às infames trapaças cometidas à luz do sol por Cunha para aprovar coisas como a redução da maioridade penal e o financiamento de campanhas?
Apenas para lembrar: a raiz da corrupção está exatamente no financiamento das campanhas.
O pior Congresso da história do Brasil é filho do dinheiro despejado por empresas nas campanhas de políticos que fariam depois coisas do interesse delas.
Isso tem que acabar, e já.
Quanto a Renan, ele parece ter dado em Cunha o chamado abraço dos afogados.
Que as profundezas os devorem.
                                                        (Fernando Brito)


Elite odeia o fato de Lula  ser 'mascate'

do Brasil mundo afora. Mas 'Road-show' 

para FHC privatizar, valeu...

               mascate

28 de maio de 1996.  Depois de dias de chuva e frio, a terça-feira era um agradável dia de primavera em Paris, relata a repórter(AQUI) Clara Fávilla, um dia tão bonito que Fernando Henrique Cardoso resolveu, como o Pombo Enigmático de Paulo Mendes Campos, ir a pé para o Hotel George V, caminhando ao lado de Jean Gandois, presidente do Conselho Nacional do Patronato Francês, entidade dos empresários da indústria, comércio, e serviços, incluídos aí os  bancos.
Estava satisfeito: acabara de participar de um “road-show”('exposição intinerante'), ao lado de Sérgio Mota, sobre as oportunidades de negócios para os estrangeiros na privatização das telecomunicações brasileiras. Todos se recordam que, entre as boas condições oferecidas aos negócio, estavam os financiamentos do BNDES e a política generosa de reajustes tarifários que assegurava bons lucros. E o cardápio oferecido a eles era bem mais suculento do que o almoço, daí a minutos, que saborearia com os “investidores” e suas bocas cheias d’água.
Conto esta pequena – e verdadeira – história (AQUI está a agenda presidencial, publicada pela Folha, à época) para que o caro leitor veja o quanto é ridícula essa outra que, apesar de todas as evidências, a imprensa insiste em manter sobre o suposto lobby de Lula em favor de empresas brasileiras no exterior.
Muito diferente da 'façanha'do antecessor tucano que, em lugar de vender produtos e serviços brasileiros, entregou o patrimônio público nacional a preços de banana e até com os compradores pagando com 'moedas podres', além de o governo providenciar, de forma surreal, os mais generosos empréstimos(no BNDES) para quem  quisesse comprar nossas empresas estatais. 
Lula, ao contrário do agenciador chique da venda do Brasil, foi e é, durante e depois de seu mandato, uma espécie de “camelô” promovendo a venda de produtos e serviços brasileiros. Ele mesmo sempre fez questão de dizer, como no vídeo (veja ao final), de 2008, quando o mundo mergulhava na crise:
– Nós temos que colocar os nossos produtos em cima da cabeça – e eu tenho o maior orgulho de ser garoto-propaganda dos produtos brasileiros, quaisquer que sejam eles  – porque é assim que a gente constrói uma nação grande. Eu estou à disposição deles (empresários) para viajar o continente africano, vendendo máquina, vendendo trator, vendendo biodiesel, vendendo o que tiver para vender. Eu não terei o menor problema em ser um mascate do Brasil para colocar os seus produtos no mundo.
Aí está: abertamente, publicamente, patrioticamente e não como um vilão da soberania brasileira ou um vendilhão de nossas riquezas.
A elite brasileira – e a mídia que lhe é servil – não perdoa esta diferença essencial.
E dá cobertura a um  negligente e irresponsável como o procurador da República que, submetido a um processo disciplinar por suas faltas funcionais, resolveu proteger-se politicamente com um inquérito esdrúxulo contra Lula.
Não o perdoam por ser um “camelô”(VÍDEO AQUI) a favor do Brasil  e não um vendedor do que pertence aos brasileiros.

CONSELHO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
DEVE ACABAR COM FARRA DENUNCISTA
DE PROCURADORES
:

Ao receber o pedido de nulidade do Pedido de Investigação Criminal contra Luiz Inácio Lula da Silva, formulado por um procurador que bateu o recorde de 245 denúncias por negligência, o Conselho Nacional do Ministério Público ganhou a oportunidade de dar uma contribuição para se colocar ordem nas relações entre o Ministério Público e o regime democrático.
Você pode ter a opinião que quiser sobre a atividade de Lula no exterior. Pode achar, como eu, que ele nada mais tem feito do que trabalhar pela ampliação dos mercados externos para os produtos brasileiros, num esforço equivalente ao de Bill Clinton, Tony Blair e outros ex-chefes de Estado nestes tempos de globalização. Você também pode achar que Lula está errado, e que tudo não passa de uma ação exibicionista de quem pretende concorrer a eleição em 2018. Você pode até imaginar que há algo suspeito nessas viagens de Lula e que o presidente deve mesmo ser investigado por tráfico de influência internacional.
Neste caso, a legislação prevê que se reúnam os chamados "indícios probatórios" para justificar uma investigação sobre qualquer pessoa. É uma garantia que não existe nas ditaduras mas é um elemento típico dos regimes democráticos. Ninguém pode ser chamado sequer para prestar depoimento, mesmo numa delegacia de bairro, se não houver um fato a ser esclarecido. É preciso apontar um fato determinado, com alguma consistência. Uma nota técnica do advogado e deputado Wadih Damous, publicada no 247, demonstrou que a denúncia de "trafico de influência internacional" não tem pé na realidade -- apenas no desejo de quem deseja fazer uma denúncia de qualquer jeito.
O problema do 'Pedido de Investigação contra Lula' é esSe.
Mesmo que tivesse sido formulado pelo mais competente e ativo membro do Ministério Público do Distrito Federal, sem nenhuma mancha no currículo, precisaria ter algo mais do que ilações a partir de recortes de jornal. Para decepção de quem adora lançar suspeitas e insinuações contra Lula, é dessa forma que a procuradora Mirella Aguiar, que tem poderes legais para resolver o que se faz no caso, avalia o material disponível contra o ex-presidente.
Mirella escreveu: "Os parcos elementos contidos nos autos -- narrativas do representante e da imprensa desprovidos de suporte provatório suficiente -- não autorizam a instauração de imediata investigação formal em desfavor do representado." Ou seja, não há razão para abertura de inquérito.
Sem acrescentar um único fato novo ao que a procuradora Mirella examinou, o procurador Valtan Timbó decidiu pedir a investigação. Nesta conjuntura em que a Justiça, em si, transformou-se num espetáculo, o pedido tenta produzir um fato político.
Representa um esforço para criar dificuldades para uma decisão serena, fundamentada em fatos, como devem ser as decisões do judiciário. A partir de agora, será preciso explicar por que o inquérito não será aberto -- mesmo que não haja dúvidas de que se trata da decisão mais correta a se tomar.
O que se pretende é tentar criar um ambiente de tensão e suspeita.
Desse ponto de vista, pouco importam os absurdos erros de procedimento que justificam que o pedido seja simplesmente declarado nulo. Até porque o recordista em negligência está tentando assumir funções que não lhe cabem.
Se Mirella encontra-se de férias, tem substitutos naturais para ocupar suas funções em caso de necessidade. Valtan Timbó não se encontra entre eles. O trabalho de Mirella poderia ser feito por quem faz parte do 1º, 2º ou 3º Ofício de Combate à Corrupção -- dos quais o procurador também não faz parte.
Agindo para defender a lei e suas regras de funcionamento, o Conselho Nacional do Ministério Público tomará uma medida necessária à preservação das instituições brasileiras, que não podem ser ameaçadas por aventuras nem gestos de tumulto.

                                              (Helena Sthephanowitz)
          
 Relatório da PF  coloca dono da Globo  no  meio
da  Operação Lava Jato
.

Olha só como a Globo, o Estadão e a Folha de São Paulo dão um tiro no pé ao manipular notícias.

Se fosse para fazer a mesma ilação que fizeram com o presidente Lula, João Roberto Marinho, dono da Globo, estaria sob suspeita na Operação Lava Jato. Isso porque participou de um jantar com Marcelo Odebrecht em maio de 2012. O mesmo jantar em que o presidente Lula também estava como convidado.

João Roberto Marinho aparece em um relatório de análise da Polícia Federal sobre emails de Marcelo Odebrecht organizando um jantar em sua casa, em maio de 2012. O convite fala que é para debater a economia brasileira diante da conjuntura internacional.

Marcelo Odebrecht convida um grupo de empresários pesos pesados do PIB, o presidente Lula e dois líderes sindicais. O relatório da PF apenas cita o jantar, sem identificar nenhum indício de maracutaia nos emails.

Os convites vão para João Roberto Marinho (dono da TV Globo), Roberto Setúbal (presidente do Itaú), Luis Carlos Trabuco (presidente do Bradesco), Abílio Diniz (ex-Pão de Açúcar e atual acionista da BRF-Sadia-Perdigão), Jorge Gerdau (Grupo Gerdau), Eike Batista (foi em 2012, antes de bancarrota), Emílio Odebrecht (pai de Marcelo), Hermelindo Oliveira (Coopersucar), Josué Gomes da Silva (Coteminas), o ex-ministro Antônio Palocci, o presidente Lula, Paulo Okamoto (presidente do Instituto Lula), a presidenta do Sindicato dos Bancários de SP, Juvândia Moreira Leite, e o presidente do sindicato dos metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre.

Nem precisa desenhar que um jantar com tanta gente e de interesses diferentes, como de sindicalistas, banqueiros e industriais, nem se alguém quisesse teria jeito de rolar assuntos relacionados a maracutaias. Está na cara que a natureza do jantar era para os diversos setores ali representados dialogarem em busca de uma agenda nacional que fosse boa para o país, para os trabalhadores e para os empresários.

Por isso, não cabe aos jornalões fazerem ilações sobre a atuação do presidente Lula por ser convidado para este jantar, como não cabe associar João Roberto Marinho como suspeito no âmbito da Operação Lava Jato apenas por ser citado como convidado neste jantar em um relatório da Polícia Federal.

Aliás, o próprio juiz Sérgio Moro já emitiu nota afirmando que o presidente Lula não é investigado na Lava Jato. Que se saiba, nem João Roberto Marinho.

O que cabe é mostrar o quanto estes jornalões fazem um jornalismo vagabundo, mentiroso e manipulado, fazendo ilações imbecis contra Lula e contra sindicalistas em um jantar que não tem nada de suspeito, e escondendo nomes dos empresários e patrões que estavam sentados na mesma mesa.

PF erra em relatório de análise
Relatório de análise da PF disse que "inferiu a grosso modo que (...) o jantar foi realizado a pedido do ex-presidente Lula". Não teria nenhum problema se Lula fosse ou for o idealizador deste ou de outros jantares semelhantes, mas não é isto que está escrito nos emails vazados e publicados no Estadão.

O primeiro email vazado tratando do jantar é do dia 4 de maio de 2012, de Marcelo Odebrecht para alguém que o Estadão ocultou o nome. Rabiscou e só deixou ver que o email termina em @terra.com.br. Um jornalismo decente e honesto faria o contrário: rabiscaria o provedor do email para proteger de spam, mas não esconderia o nome.
                

Neste email está escrito: "Confirmado jantar com Lula lá em casa dia 28/5. 2a. definimos convidados: 14-16 pessoas".
O que o email infere  que uma terceira pessoa, dona do email citado, foi que sugeriu a Marcelo Odebrecht tomar a iniciativa de chamar Lula para jantar com empresários.

Empresário "Coxinha Podre" tem chilique por jantar com trabalhador.

Outro email cujo nome o Estadão escondeu rabiscando (figura abaixo), e com sufixo @terra.com.br, mostra como parte da elite coxinha é fútil, mal educada, reacionária, e tem dificuldade de conviver com trabalhadores.

Chamaremos esse nome não identificado de "Coxinha Podre".

A presidente do Sindicato do Bancários, Juvândia Moreira Leite, respondeu o convite enviado pela presidência da Odebrecht através de email do dia 24 de maio confirmando a presença no jantar. Terminou cumprimentando com um simpático "Saudações sindicais".

Marcelo Odebrecht encaminhou o email para o "Coxinha Podre".

O "Coxinha Podre" respondeu mostrando o quanto é uma pessoa de mentalidade apodrecida: "Se sujar minha toalha de linho ou pedir Marmitex... vou pirar. Saudações sindicais?????? Não mereço!", escreveu

Ninguém merece gente assim como o "Coxinha Podre".