terça-feira, 2 de junho de 2015

Painéis chineses

made in Brazil

                                     Luis Nassif Onlineimagem de anarquista sério

Jornal GGN – Em breve, a importação de painéis fotovoltaicos chineses vai deixar de ser um problema para o Brasil. O País está em processo de importar uma fábrica chinesa. É o que anunciaram o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni Neto, e a vice-presidente do Grupo BYD, Stella Li.
Os investimentos da instalação da primeira fábrica de painéis fotovoltaicas do país devem ser de R$ 150 milhões. A meta da companhia é produzir 400 MW de painéis solares por ano. Na terça-feira (19), as duas partes assinaram um memorando de entendimento para oficializar o acordo.
O Grupo BYD é um gigante chinês, que emprega 180 mil pessoas em 15 unidades instaladas ao redor do mundo. O mercado brasileiro é de interesse do grupo desde 2011. No ano passado, eles já aportaram R$ 100 milhões por aqui, na instalação de uma fábrica de ônibus elétricos em Campinas, no interior de São Paulo.
Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, a vinda dessa unidade fabril deve ser celebrada, pela geração de emprego e pelo estímulo ao desenvolvimento da indústria nacional. “Esta nova unidade é um investimento em alta tecnologia, que estimulará a setores indiretos do nosso parque industrial. São novos postos de trabalho, em um setor de grande adensamento tecnológico. Há muitos fatores positivos nesta operação”, afirmou.
A empresa promete ainda instalar um centro de Pesquisa & Desenvolvimento para trabalhar novas tecnologias de veículos elétricos, baterias, smart grid, energia solar e iluminação. “Creio que o nosso compromisso com a tecnologia e a inovação em tudo o que fazemos trará aos brasileiros uma alternativa em energia renovável para enfrentar os desafios futuros e viver uma vida mais saudável e mais gratificante”, disse Stella Li. Até 2017, o Grupo pretende investir R$ 1 bilhão no Brasil.
O diretor de relações governamentais da BYD Brasil, Adalberto Maluf, diz que o investimento inaugura uma nova fase da energia limpa no País. "Traremos uma tecnologia de ponta, chamada de double glass, que significará painéis solares fotovoltáicos com maior eficiência e durabilidade em relação aos painéis convencionais. Com isso, a geração limpa e descentralizada será cada vez mais competitiva no Brasil".

A defesa nacional e a nova geopolítica mundial 

Luiz de Queiroz    Luis Nassif Online imagem de Ivan de Union
Jornal GGN – A indústria brasileira de defesa passa por uma profunda reformulação. Depois de um período de investimentos nas décadas de 60, 70 e 80, quando o Brasil procurou desenvolver sua própria tecnologia militar, a base industrial de defesa foi esvaziada nos anos 90 e 2000. O fim da Guerra Fria acabou com a dinâmica produtiva e derrubou as exportações ao ponto de desmanchar a cadeia de valor.
Agora, com maior protagonismo internacional, o País ensaia uma retomada. As Forças Armadas, notadamente a Marinha e a Aeronáutica, têm projetos em andamento para absorver tecnologia estrangeira. Note-se o desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear do Prosub e do caça supersônico Gripen NG.
A visão estratégica desses investimentos foi tema de discussão no 59º Fórum de Debates Brasilianas.org.
Para o doutor Luiz Martins de Melo, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em políticas de inovação no complexo industrial da defesa, a nova abordagem definida pelo Plano Nacional de Defesa e pela Estratégia Nacional de Defesa, aprovados pelo Congresso Nacional em 2005 e 2008, respectivamente, é um marco histórico.
“[É] uma política externa que integra suas ações diplomáticas com suas políticas de defesa e de desenvolvimento econômico. E, ao mesmo tempo, introduz um conceito inovador na história democrática do país, o conceito de entorno estratégico, onde o Brasil se propõe irradiar, de forma preferencial, a sua influência e a sua liderança, incluindo a América do Sul, a África Subsaariana, a Antártida, e a bacia do Atlântico Sul”, elogiou.
Porém, ele enxerga alguns pontos de atenção na organização geopolítica mundial que devem ser desafios para o Brasil. Por exemplo, a transformação da China, do sudeste asiático e da Bacia do Pacífico no “espaço mais dinâmico da economia mundial”, a entrada econômica da China na América Latina e Caribe e a revalorização econômica do Caribe e da América Latina como campo fértil da competição entre Estados Unidos e China.
“Se o Brasil conseguir sustentar suas novas posições, terá que se defrontar com uma regra fundamental do sistema: todo país que se propõe ascender a uma nova posição de liderança regional ou global, em algum momento terá que questionar a hegemonia dos seus valores ideológicos e dos arranjos institucionais impostos previamente pelas potências”, acredita Martins de Melo.
Para ele, está claro que o Brasil precisa descobrir como projetar seu poder e sua liderança sem seguir o figurino tradicional das grandes potências. “Sem reivindicar nenhum tipo de destino manifesto, sem utilizar a violência bélica dos europeus e americanos e sem se propor a conquistar qualquer povo que seja, para converte-lo, civilizá-lo, ou comandar o seu destino”.
Na opinião de Martins de Melo, se quiser ser capaz de construir um sistema de inovação que crie empregos e aumente a renda, as políticas industriais do setor precisam dar confiança ao empresariado e estruturar os modelos de financiamento de toda a cadeia produtiva, com seletividade, continuidade e integração. Mesmo assim, ele reconhece que a área demanda investimentos públicos.
“A ausência de recursos tem sido, ao longo dos anos, um problema que vem impedindo o reaparelhamento do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os investimentos para a compra e a reforma de armamentos chegaram a ser contingenciados em até 47%, comprometendo o planejamento. A tesoura nos orçamentos militares contraria a espinha dorsal da estratégia de defesa: o fortalecimento da indústria brasileira de armamentos. Com o dinheiro sendo liberado pouco a pouco, torna-se mais difícil comprometer o setor privado com o desenvolvimento de projetos. A indústria de defesa é diferente de outros setores. Os projetos nascem em parceria com as empresas e elas não podem se envolver em um programa que não seja prioritário para as Forças Armadas e sem compromisso de compra ao fim desse projeto”, explicou o professor da UFRJ.
Esse cenário leva o doutor Luiz Martins de Melo a concluir: “Nosso maior problema é a ausência de um projeto de país. Nós não temos um projeto de nação. E o projeto de defesa está subordinado ao projeto de nação”.
A engenharia nacional precisa
avançar além da produção
Também presente no Fórum Brasilianas, o brigadeiro Maurício Pazini Brandão, professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), vê uma clara limitação no desenvolvimento tecnológico brasileiro, devido à própria característica da indústria nacional.
Os processos de engenharia começam na concepção, desenvolvimento, produção, manutenção e operação. Mas, no Brasil, os engenheiros tendem a ser capacitados apenas para as três últimas etapas. “Grande parte dos engenheiros formados no Brasil são engenheiros de produção. Devido ao fato que grande parte das indústrias do país serem estrangeiras que apenas replicam aqui as tecnologias desenvolvidas nos seus países de origem”, disse.
Ele acredita que é preciso formar pessoal capaz de desenvolver tecnologia própria para reduzir a dependência de países estrangeiros. Mas para isso defende uma aproximação maior entre a academia e a indústria. “A área de interface entre a universidade e a indústria é muito pequena. Aplicações de curto prazo? Esqueça. O produto da universidade é o engenheiro, o aluno de mestrado latu sensu ou stricto sensu e o aluno de doutorado”, afirmou.
Para o brigadeiro Brandão, essa responsabilidade é das empresas. “Pesquisas excelentes morrem nas prateleiras ou nos computadores das universidades. Ninguém faz o meio de campo entre universidade e empresa. O meio de campo quem tem que fazer é o centro de pesquisa. Toda indústria deveria ter um centro de pesquisa próprio. Só assim essas empresas terão real sustentação. Grande parte das empresas brasileiras é imediatista, explora o que é possível explorar, mas não tem o mínimo de sustentabilidade em ciência e tecnologia”, observou.
Ele reconheceu que o trabalho com o Gripen, por exemplo, é uma grande oportunidade. Mas disse que sem formação de recursos humanos a transferência de tecnologia não se concretiza. “Seres humanos é que absorvem tecnologia. Comprar produto próprio e ficar lendo manual não é transferência tecnológica”.
Por experiência própria, de quem acompanha os projetos da Aeronáutica brasileira desde o F-X, na década de 90, Brandão evita ficar otimista demais. “Hoje, nós temos a defesa desse país continental nas mãos apenas do F5, que é uma excelente aeronave de caça, mas não é um vetor poderoso de interceptação, porque tem velocidade mais lenta. Meu temor é que quando esse programa [o Gripen] chegue na fase industrial, a indústria esqueça a academia”.

Documento desmente a Fifa e liga Valcke a pagamento de US$ 10 milhões                                                         Resultado de imagem para Imagem da logo da ESPN Brasil
Resultado de imagem para Fotos de Jerome Valcke e Jack WarnerNa manhã desta terça-feira-2,       a Fifa desmentiu      que      Jérôme Valcke(ao lado)    tivesse qualquer    ligação com o pagamento   de 10 milhões de dólares a Jack Warner,       ex-vice-presidente da entidade.     Um  documento obtido por Jamil Chade,   do ‘Estado de S. Paulo'  e colaborador dos  canais ESPN,  contudo, conta outra versão.   Em 4  de março de 2008,    a   Associação   Sul-Africana  de Futebol (SAFA)     endereçou uma  carta justamente a Valcke,    secretário-geral da Fifa    e homem de confiança do presidente Joseph Blatter, pedindo que o dinheiro repassado à entidade    fosse transferido   para Warner, então presidente da Concacaf.

Resultado de imagem para Fotos de Jerome Valcke e Jack WarnerJack Warner(à direita), um dos acusados pela justiça norte-americana de corrupção e também ex-vice-presidente da Fifa, seria, responsável, segundo a carta, por "implementar e administrar", um projeto para "ajudar a diáspora de sul-africanos no Caribe", como parte do legado da Copa do Mundo de 2010.
A denúncia do envolvimento de Valcke na transferência foi noticiada na segunda-feira pelo jornal norte-americano ‘New York Times', o que foi desmentido pela Fifa nesta terça. Segundo a entidade, nem Jérôme Valcke ou qualquer outro alto dirigente da entidade estava a par desse pagamento
A entidade informou ainda que a quantia saiu do comitê de organização da Copa do Mundo na África do Sul. "O pagamento dos 10 milhões foi autorizado pelo presidente da comissão de finanças e executado de acordo com as normas da Fifa", completou a nota.
"Nem o secretário-geral, Jérome Valcke, nem nenhum alto dirigente da Fifa estava a par do início, da aprovação ou da aplicação do projeto", afirmou a Fifa.
De acordo com o New York Times, a transferência de 10 milhões de dólares - realizada em três parcelas entre janeiro e março de 2008 - foi emitida de uma conta da Fifa e seria um "elemento central do escândalo de corrupção que envolve o mundo de futebol" e seus dirigentes.

Blatter renuncia à 
presidência da Fifa

                                                   Resultado de imagem para Imagem da logo da ESPN Brasil

GETTY
Blatter Presidente Fifa Entrevista 30/05/15
Joseph Blatter, presidente da Fifa: renúncia ao cargo após reeleição
Poucos dias após ser reeleito para um quinto mandato como presidente da Fifa, Joseph Blatter renunciou ao cargo, nesta terça-feira,2. Ele convocou o Comitê Executivo de forma extraordinária para escolher um novo mandatário.
"Vou continuar a exercer minha função como presidente até um novo ser escolhido. O próximo congresso demoraria muito. Esse procedimento será de acordo com os estatutos", afirmou o dirigente suíço, desde 1998 à frente da Fifa.
Blatter disse que não estava com o apoio necessário para seguir como presidente do órgão mais importante do futebol mundial. Assim, o comitê executivo extraordinário será convocado entre o final deste ano e o começo do próximo para a escolha do novo mandatário.
A entidade caiu em descrédito na última quarta-feira, dois dias antes da eleição presidencial, quando sete membros do comitê executivo foram presos acusados de corrupção. Muitas federações pediram o adiamento do pleito, o que não aconteceu.
Blatter acabou vencendo o único candidato de oposição, o príncipe da Jordânia Ali bin Al-Hussein, depois de a eleição não ter acabado no primeiro turno e o adversário ter desistido de uma nova rodada de votação.
O suíço afirmou que as prisões ajudavam a limpar a Fifa, mas na última segunda-feira seu principal braço-direito, Jerome Valcke, foi acusado de ter dado autorização para que 10 milhões de dólares de um fundo da Associação de Futebol da África do Sul (Safa) fossem para o vice-presidente da Concacaf, Jack Warner, um dos detidos pelo caso de corrupção revelado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

No vídeo inserido no 'link' abaixo, da ESPN, Jamil Chade  explica envolvimento de Jerome Valcke no escândalo de corrupção na Fifa.

http://espn.uol.com.br/noticia/515118_blatter-renuncia-a-presidencia-da-fifa

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Jamil Chade explica envolvimento de Jerome Valcke no escândalo de corrupção na Fifa

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Ricardo Teixeira indiciado pela Polícia Federal: lavagem

de dinheiro, evasão de divisas, falsidade ideológica

e de documento público

                                                                    
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Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, é indiciado por quatro crimes pela Polícia Federal
Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), foi indiciado pela Polícia Federal nesta segunda-feira (1º) por quatro crimes, segundo reportagem publicada o site da revista Época e confirmada por uma fonte da polícia federal ouvida pelo R7: lavagem de dinheiro, evasão de divisas, falsidade ideológica e falsificação de documento público.
As denúncias contra o cartola tiveram origem em uma série de reportagens do Jornal da Record, e influenciaram diretamente na saída de Teixeira do comando da CBF, em 2012.
Jornal da Record trouxe à tona o esquema de propina envolvendo ISL e Sanud, entre outros, que renderam mais de US$ 9,5 milhões a Teixeira e seu sogro, o ex-presidente da Fifa João Havelange.
Também segundo a reportagem da Época, Teixeira movimentou R$ 464,56 milhões em suas contas durante o período da Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil.
O cartola foi presidente do Comitê Organizador Local da Copa entre 2009 e 2012, quando renunciou ao cargo.
Diz o documento obtido pela revista: “Juntada das informações do Coaf, onde constam informações sobre altas movimentações financeiras realizadas por Ricardo Terra Teixeira, no montante de R$ 464.560.000,00 ( quatrocentos e sessenta e quatro milhões, quinhentos e sessenta mil reais), entre os anos de 2009 e 2012, sendo que tais valores foram considerados atípicos pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)”.
O relatório da Polícia Federal informou ainda que Teixeira mantinha contas no exterior e repatriou valores para poder comprar um apartamento no valor de R$ 720 mil, no Rio de Janeiro, que valeria, na verdade, cerca de R$ 2 milhões. Quem vendeu o apartamento para Ricardo Teixeira foi Cláudio Abrahão. Sua família é dona do Grupo Águia, fornecedor da CBF.

Senador Paim apresenta projeto de taxação de grandes fortunas

                                                           
ANA VOLPE / AG. SENADO
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Paulo Paim retoma tentativa de incluir taxação de grandes fortunas na pauta do Legislativo
Brasília – O senador Paulo Paim (PT-RS) protocolou na semana passada (terça, 26) um projeto de lei (PLS 315/2015) que institui imposto sobre grandes fortunas, prevendo uma contribuição anual dos cidadãos com patrimônio ou herança superior a R$ 50 milhões.
O objetivo, segundo Paim, é redistribuir a riqueza concentrada em uma restrita parcela da população brasileira. "Vários países importantes o utilizam, e não se compreende a resistência encontrada para sua instituição no Brasil. Essa resistência é, regra geral, escudada em supostos entraves de caráter técnico, que mal conseguem disfarçar o viés político", diz o senador, em sua justificativa ao projeto. O autor afirma que a contribuição poderá render até R$ 50 bilhões em arrecadações ao governo.
O texto tem exceções para a contribuição, como a incidência sobre os bens patrimoniais doados a entidades culturais, educacionais, filantrópicas, religiosas e sindicais, ou reconhecidas como de utilidade pública. De acordo com o parlamentar, o intuito é estimular que bens que o contribuinte detenha, apenas como reserva de valor ou mesmo para especulação, sejam destinados a fins filantrópicos.
Outra proposta é uma possível redução de todos os tributos patrimoniais pagos pelo declarante, o que retira o argumento de uma possível "dupla tributação". Igualmente, todas as despesas para a manutenção do patrimônio também poderão ser descontadas.

O jogo das sete verdades sobre o atual preço

da gasolina

O que a velha mídia esconde da população brasileira

                                                                 Pravda.ru


O jogo das sete verdades sobre o atual preço da gasolina. 21881.jpeg 


Em meio ao bombardeio sistemático contra a Petrobras muita gente fica repetindo acriticamente ou repassando um monte de bobagens sem fundamento acerca dos atuais preços da gasolina.

O problema é que pega mal demonstrar ser alvo tão fácil da manipulação midiática ou, pior, participar conscientemente do espetáculo de desonestidade intelectual com propósitos políticos.

Quem preza a verdade dos fatos deve fazer uma comparação entre os valores do combustível nos dias atuais com o período de anomia financeira que campeava no último período neoliberal.

1 - 27% do preço da gasolina é o ICMS, de responsabilidade do governador do seu Estado. Portanto cobre dele.

2 - 6% referem-se a Impostos Federais, tais como CIDE, PIS e COFINS. Aqui você pode e deve cobrar do Governo Federal.

3 - Ao contrário do que dizem por aí, a gasolina do Brasil está longe de estar entre as mais caras do mundo. Após os recentes reajustes, a gasolina brasileira ocupa a 73ª posição, numa classificação composta por quase 200 países.

4 - A gasolina brasileira já esteve entre as 20 mais caras do mundo em 2002, ao final do último governo neoliberal.

5 - O custo da matéria-prima (petróleo) no preço da gasolina não chega a 20% no Brasil. Além disso, boa parte do insumo é nacional, não dependendo das oscilações do barril no mercado internacional. É por isso que quando a cotação do barril disparou, o preço da gasolina brasileira não subiu. Pelo mesmo motivo, quando a cotação do barril despencou, o preço da gasolina não acompanhou a queda.

6 - De 95 a 2002, o preço da gasolina teve reajuste de 350% em 8 anos, média de 44% ao ano. De 2003 a 2015, a gasolina foi reajustada em 45%, média de 3,75% ao ano. Ou seja, o reajuste nos últimos 12 longos anos foi equivalente à média de apenas 1 único ano do período anterior.

7 - Em 1994, era possível comprar 127 litros de gasolina com um salário mínimo. 8 anos depois, o poder de compra da gasolina diminuiu e era possível comprar só 97 litros do combustível com o salário mínimo. Atualmente, após os últimos reajustes, é possível comprar 220 litros com o mesmo salário mínimo.

Deu para entender ou precisa desenhar?