segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O neoliberalismo

de  Marina Silva

'Independência' do Banco Central representa, por um lado, a prioridade do mercado, subtraindo o BC às posições políticas do governo, para deixá-lo aberto às pressões dos interesses do mercado
Emir Sader,  especial para a RBA                                 
VALTER CAMPANATO/ABR
marina silva
Centralidade do mercado e prioridade dos ajustes fiscais são propostas de Marina alinhadas ao neoliberalismo
Independência do Banco Central, baixar o perfil do pré-sal e baixar o perfil do Mercosul, estabelecendo acordos bilaterais. Nesses três eixos pode se resumir a substância da proposta programática da Marina. Posições que se chocam frontalmente com as dos governos que lutam pela superação do neoliberalismo aqui, na Argentina, no Uruguai, na Venezuela, na Bolívia, no Equador. Estes têm em comum a prioridade das políticas sociais, dos processos deintegração regional e o resgate do papel do Estado diante da centralidade do mercado.
independência do Banco Central representa, por um lado, a prioridade do mercado, subtraindo o BC às posições políticas do governo, para deixá-lo aberto às pressões dos interesses do mercado, em particular dos bancos privados. Essa posição atenta contra a prioridade das políticas sociais, porque o modelo atual é o do desenvolvimento econômico com distribuição de renda, em que as políticas sociais têm um papel central.
A autonomização do BC coloca um obstáculo central para esse modelo, porque a tendência será que o banco priorize os ajustes fiscais em detrimento da expansão econômica e da distribuição de renda. A equipe de direção da campanha da Marina – Andre Lara Resende, Eduardo Gianetti da Fonseca e Neca Setúbal – corrobora que essa tendência predominaria.
Essa posição, ao mesmo tempo, enfraquece o resgate do Estado como indutor do crescimento econômico e dos direitos sociais, com um braço importante da ação estatal ficando submetido à lógica do mercado,
Baixar o perfil do pré-sal vai na mesma direção de debilitamento do papel do Estado para enfrentar um tema central como a questão energética, ao mesmo tempo que enfraquece os recursos destinados atualmente às políticas sociais – 7,5% para a educação e 2,5% para a saúde.
Baixar o perfil do Mercosul e estabelecer acordos bilaterais aponta para uma reinserção distinta do Brasil no marco internacional. Mercosul significa também Unasul, Banco do Sul, Conselho Sul-Americano de Defesa, Celac, opções preferenciais do governo atual, como alternativa aos Tratados de Livre Comércio com os EUA. Ao contrapor acordos bilaterais ao Mercosul, a posição é contraditória, porque os acordos do Mercosul impedem esses acordos. Como se pode imaginar que a visão é dirigir acordos com os EUA, a contradição é maior ainda.
Não há referência aos Brics, mas se pode ler a posição como apontando ao deslocamento da prioridade das alianças para os países do centro do capitalismo, direção radicalmente oposta ao que representam hoje os Brics.
As propostas da Marina reivindicam assim os pressupostos centrais do neoliberalismo: centralidade do mercado, prioridade dos ajustes fiscais, aliança subordinada com os EUA no plano internacional.

Marina e Aécio: 'um' em dois

Ou há duas Marinas ou há dois Aécios; as propostas definidoras dos respectivos governos não têm diferença...


janio de freitas                   FOLHA DE SÃO PAULO          


O catatau dado como programa de governo de Marina Silva e do PSB, mas que contraria tudo o que PSB defendeu até hoje, leva a uma originalidade mais do que eleitoral: na disputa pela Presidência, ou há duas Marinas Silvas ou há dois Aécios Neves. As propostas definidoras dos respectivos governos não têm diferença, dando aos dois uma só identidade. O que exigiu dos dois candidatos iguais movimentos: contra as posições refletidas nas críticas anteriores de Marina e contra a representação do avô Tancredo Neves invocada por Aécio.

Ao justificar sua proposta para a Petrobras, assunto da moda, diz Marina: “Temos que sair da Idade do Petróleo. Não é por faltar petróleo, é porque já estamos encontrando outras fontes de energia”. Por isso, o programa de Marina informa que, se eleita, ela fará reduzir a exploração de petróleo do pré-sal.
Reduzir o pré-sal e atingir a Petrobras no coração são a mesma coisa. Sustar o retorno do investimento astronômico feito no pré-sal já seria destrutivo. Há mais, porém. Concessões e contratos impedem a interferência na produção das empresas estrangeiras no pré-sal. Logo, a tal redução recairia toda na Petrobras, com efeito devastador sobre ela e em benefício para as estrangeiras.
Marina Silva demonstra ignorar o que é a Idade do Petróleo, que lhe parece restringir-se à energia. Hoje o petróleo está, e estará cada vez mais, por muito tempo, na liderança das matérias-primas mais usadas no mundo. Os seus derivados estão na indústria dos plásticos que nos inundam a vida, na produção química que vai das tintas aos alimentos (pelos fertilizantes), na indústria farmacêutica e na de cosméticos, na pavimentação, nos tecidos, enfim, parte do homem atual é de petróleo. Apesar de Marina da Silva. Cuja proposta para o petróleo significaria, em última instância, a carência e importação do que o Brasil possui.
A Petrobras é o tema predileto de Aécio Neves nos últimos meses. Não em ataque a possíveis atos e autores de corrupção na empresa, mas à empresa, sem diferenciação. Que seja por distraída simplificação, vá lá. Mas, além do que está implícito na candidatura pelo PSDB, Aécio Neves tem como ideólogo, já anunciado para principal figura do eventual ministerial, Armínio Fraga — consagrado como especialista em aplicações financeiras, privatista absoluto e presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique, ou seja, quando da pretensão de privatizar a Petrobras.
A propósito, no debate pela TV Bandeirantes, Dilma Rousseff citou a tentativa de mudança do nome Petrobras para Petrobrax, no governo Fernando Henrique, e atribuiu-a à conveniência de pronúncia no exterior. Assim foi, de fato, a ridícula explicação dada por Philipe Reichstuhl, então presidente da empresa. Mas quem pronuncia o S até no nome do país, com States, não teme o S de Petrobras. A mudança era uma providência preparatória. Destinava-se a retirar antes de tudo, por seu potencial gerador de reações à desnacionalização, a carga sentimental ou cívica assinalada no sufixo “bras”.
Ainda a propósito de Petrobras, e oportuno também pelo agosto de Getúlio, no vol. “Agosto – 1954″ da trilogia “A Era Vargas”, em edição agora enriquecida pelo jornalista José Augusto Ribeiro, está um episódio tão singelo quanto sugestivo. Incomodado com o uso feroz da TV Tupi por Carlos Lacerda, o general Mozart Dornelles, da Casa Civil da Presidência, foi conversar a respeito com Assis Chateaubriand, dono da emissora. Resposta ouvida pelo general (pai do hoje senador e candidato a vice no Rio, Francisco Dornelles): se Getúlio desistisse da Petrobras, em criação na época, o uso das tevês passaria de Lacerda para quem o presidente indicasse. De lá para cá, os diálogos em torno da Petrobras mudaram; sua finalidade, nem tanto.
De volta aos projetos de governo, Marina e Aécio desejam uma posição brasileira que, por si só, expressa toda uma política exterior. Pretendem o esvaziamento do empenho na consolidação do Mercosul, passando à prática de acordos bilaterais. Como os Estados Unidos há anos pressionam para que seja a política geral da América do Sul e, em especial, a do Brasil.
Em política interna, tudo se define, igualmente para ambos, em dois segmentos que condicionam toda a administração federal e seus efeitos na sociedade. Um, é o Banco Central dito independente; outro, é a prioridade absoluta à inflação mínima (com essa intenção, mas sem o êxito desejado, Armínio Fraga chegou a elevar os juros a 45% em 1999) e contenção de gastos para obter o chamado superavit primário elevado. É prioridade já conhecida no Brasil.
Pelo visto, Marina e Aécio disputam para ver quem dos dois, se eleito, fará o que o derrotado deseja.

MARINA TOPA TUDO. O PT TOPA OUSAR OU VAI SE RENDER?

saul leblon                                                  


Montagem divulgada pelo Facebook da presidente Dilma
O programa de Marina Silva, lançado na mesma sexta-feira em que o Datafolha lhe dava uma vantagem de 10 pontos sobre Dilma Rousseff no segundo turno –ao qual se credenciou depois de crescer nada menos
É um livro.
Mas poderia ser resumido em uma linha: a ‘ que 13 pontos em 11 dias– tem 242 páginas.nova política’ da novíssima Marina Silva é ortodoxa nas questões econômicas que condicionam o destino da sociedade, e liberal nos costumes que já romperam as amarras do presente.
Assim: o Brasil de Marina Silva entrega a moeda, os juros, o câmbio, os salários, a política externa e a fiscal à supremacia dos mercados financeiros.
Em resumo, o país renuncia ao comando do seu destino e ao destino do seu desenvolvimento.
Mas acolhe o que já é um fato reconhecido até pela Justiça: o justo pleito da união civil entre homossexuais e o direito à adoção de crianças por casais gays, por exemplo.
Se do ponto de vista da evangélica Marina Silva isso pode criar algum ruído junto a apoios prometidos –como o do pastor Silas Malafaia , um cruzado da homofobia (leia ‘Ousar e vencer ou entregar o Brasil aos mercados passivamente?’; nesta pág) ; de outro lado, essa concessão é mais que compensada pela abrangência de interesses contemplados por outras diretrizes de superlativo impacto na repartição do poder e da renda.
Por exemplo, rebaixar o espaço estratégico do pré-sal na política de desenvolvimento e resgatar o da energia nuclear.
Mas também fragilizar o Mercosul em benefício de acordos bilaterais –leia-se subordinar a diplomacia brasileira à agenda hegemônica dos livres mercados numa restauração da lógica da Alca sepultada desde 2003.
Marina Silva se oferece assim às elites e aos endinheirados como uma espécie de ‘topa tudo’. Um candidatura desfrutável como um Bom Bril, que se presta a mil e uma utilidades.
Não é pouco .E não surpreende que amplas parcelas do PSDB –e da mídia que apoiava seu candidato, já tenham 'cristianizado' Aécio Neves, para embarcar no meteórico ônibus da ‘nova política’, rumo à Brasília.
Repita-se aqui o que disse Carta Maior em nota anterior. A oportunidade representada por Marina Silva contempla aspirações de poder que invariavelmente, desde 2002, encontraram dificuldade de se expressar através de um palanque que emprestasse carisma popular a um projeto de raízes tão excludentes.
Agora não mais, graças à ascensão desse 'super-bond' chamado ‘nova política.
De novo, vale repetir: trata-se de um retrofit político e ideológico.
Retro, do latim “movimentar-se para trás” e fit do inglês, adaptação, ajuste.
Termo originado da arquitetura, o retrofit é recomendável quando um edifício chega ao fim de sua vida útil.
É uma opção para corrigir o desgaste e a decadência do uso sem, todavia, alterar seus alicerces e estruturas de sustentação. Fica mais barato e é funcional.
O programa de Marina Silva é um retrofit do neoliberalismo .
O desafio de vida ou morte do campo progressista nesse momento é restaurar a transparência dos dois polos em confronto na sociedade brasileira, dissimulados sob a aparência de uma ‘nova política’.
O calcanhar de aquiles do retrofit conservador é o antagonismo entre a maquiagem da fachada e de alguns equipamentos e a rigidez dos pilares e colunas estruturais.
Num edifício isso é contornável com algum jogo de decoração.
Numa sociedade pode ser insuportável.
A participação soberana e democrática da população nas decisões sobre o desenvolvimento frequentemente evoca mudanças estruturais que colidem com os interesses calcificados que a ‘nova política’ visa preservar.
Um exemplo resume todos os demais.
O programa de Marina Silva afirma que vai destinar 10% do orçamento à educação em seu mandato –antes, portanto, do ciclo de dez anos previsto pelo governo Dilma, que ancora sua projeção em ganhos com os royalties do pré-sal, cuja centralidade será descartada em um governo do PSB.
Diz, ainda, que assentará 85 mil famílias de sem terra (em 2012 foram assentadas 23 mil).
E sinaliza que destinará outros 10% do orçamento à saúde.
Uma pergunta: fará tudo isso ao mesmo tempo em que entrega aos centuriões do mercado o comando da política fiscal para procederem ao arrocho no gasto público?
Não só.
Marina afirma apoiar o decreto de Dilma, demonizado pela elite que a festeja, da Política Nacional de Participação Social.
É justo perguntar: participação em que, quando se terceiriza aos operadores do mercado a prerrogativa de fixar os principais preços da economia, entre eles a taxa de juros, delegada a um Banco Central independente? 
Marina e seus formuladores defendem a mesma autonomia em relação a outros preços estratégicos.
O câmbio, segundo eles, deverá flutuar livremente.
Quanto aos salários (o terceiro preço decisivo no capitalismo) , já se antecipou que a política de valorização do salário mínimo adotada pelos governos petistas será revertida.
É justo repetir a pergunta: assim encapsulada a economia nas mãos do mercado, o que sobra à participação social endossada por Marina Silva?
Visto desse prisma da dinâmica econômica e social, o programa de 242 páginas resume-se a um embrulho vistoso que guarda uma única determinação implacável: devolver a agenda do desenvolvimento à supremacia dos mercados.
A um custo social não mencionado, mas implícito.
Dizer que manterá o Bolsa Família , como o faz o calhamaço, mas sinalizar com o arrocho do salário mínimo, implica devolver à miséria milhões de famílias assalariadas.
Prometer assentar 85 mil sem terra e praticar uma política cambial, monetária e tarifária como querem os operadores de mercado é enxugar o chão com a torneira aberta: centenas de milhares de famílias serão cuspidas de seus lugares e de seus empregos.
Por tudo isso, é pertinente dizer que o endosso de Marina à política de participação social lançada por Dilma significa pouco mais que um retrofit na palavra simulacro.
O conjunto, porém, envolve uma operação de potencial lucrativo tão elevado que ao mercado compensa tolerar os penduricalhos da ‘professora que veio dos seringais’ –desde que a cozinha econômica fique, como já se definiu que ficará, nas mãos experientes dos açougueiros do mercado financeiro.
Não é só uma sucessão presidencial, portanto, o que está em jogo.
É uma mutação histórica do desenvolvimento brasileiro que se for implementada marcará funestamente a vida desta e de futuras gerações.
Diante da gravidade do que se avizinha, Carta Maior reitera seu editorial anterior:
Ao aluvião de interesses graúdos — e de descontentamento difuso, seduzido pelo glamour da ‘nova política’, não basta contrapor o exaustivo balancete publicitário do que se conquistou e se incorporou à rotina do país nestes últimos 12 anos.
É importante, mas não é suficiente.
É forçoso contrapor à ‘nova política’ aquilo que a desnuda e afronta.
É urgente dizer pelo que se luta; e contra quem se trava a batalha dos próximos dias e noites.
Essa é uma batalha entre a democracia social e as forças regressivas mobilizadas pelos interesses globais que acossam a economia brasileira.
É preciso escancarar a contradição entre o retrofit messiânico que as expressa e as estruturas calcificadas que ele maquia.
É preciso contrapor a isso um salto efetivo da democracia participativa que devolva à sociedade o poder reordenador que agora se pretende terceirizar aos mercados.
Tornar esse salto palpável aos olhos da população requer um símbolo de magnetismo equivalente às tarefas que essa agenda encerra em termos de repactuação de metas, concessões, salvaguardas e organização política.
Um novo governo estruturado em torno dessa renegociação do desenvolvimentorequer um chefe de Casa Civil dotado, ao mesmo tempo, de inexcedível sintonia com a Presidenta Dilma , e de incontrastável representatividade popular.
Essa referência existe; já funciona de fato como líder político do campo progressista; deveria ser oficializado desde já no anúncio antecipado da composição de um segundo governo Dilma.
Seu nome é Lula.

domingo, 31 de agosto de 2014

Malafaia, o homem que mudou

o programa de Marina,

diz o que pensava dela em 2010

Fernando Brito                      
Não costumo entrar em questões religiosas e nem vou fazê-lo. Absolutamente nada contra os evangélicos, entre os quais já conheci muitas pessoas de grande caráter, humanidade e tolerância, como as conheci em outras ou nenhuma religião.
Mas ontem o senhor Silas Malafaia entrou como um furacão na campanha eleitoral, não apenas para manifestar seu apoio a um candidato (ele diz apoiar o Pastor Everaldo, mas já afirmou-se “marinista” do segundo turno) mas para humilhar publicamente Marina Silva, fiel de sua igreja, a Assembléia de Deus, e faze-la voltar atrás em compromissos assumidos publicamente em seu programa de governo.
Exigiu-o e conseguiu quase que imediatamente.
Não precisou esperar nem pela terça-feira, prazo fatal de seu ultimato à candidata.
Passou, portanto, à condição de agente no processo político.
É justo, portanto, que se recorde o que ele dizia da candidata que vai apoiar e sobre a qual exerce, também nas suas ações políticas, o papel de condutor que se demonstrou no episódio.
Este é o vídeo no qual, em 2010, aunciava ter retirado seu apoio à então candidata do PV e passado a dar suporte a José Serra.
De tudo o que diz, deixo claro, discordo. Menos, e apenas, de que as bibliotecas públicas tivessem ao menos uma Bíblia em seu acervo. Não acho nada de mais e eu mesmo tenho uma, sem professar nenhuma religião. Ela faz parte da cultura ocidental, como fazem o Corão árabe e os Vedas hindus da oriental – aliás, inspirado nos Vedas, começou sua luta um dos fundadores do Partido Comunista Brasileiro, a quem conheci no final de sua vida, Octávio Brandão.
Não tenho nenhum problema em dizer isso e nem acho que isso ofenda o laicismo do Estado.
Malafaia tem o direito de apoiar a quem quiser. No momento, porém, em que se converte em tutor de Marina Silva, passa a ser de interesse público saber o que disse dela e o que lhe dirá agora.
Assista ao vídeo a seguir....

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Criando um novo ciclo 

de crescimento

                                    Tomando na Cuia

               
      
                               na TV

     

A pesquisa do Ibope diz

muito mais coisas que

a gente pode imaginar

Analisando a pesquisa do Ibope veiculada na quarta (27) dá pra tirar boas informações e provar que muita água vai passar por baixo dessa ponte: 55% dos pesquisados acreditam que Dilma será reeleita e apenas 17 % apontam para Marina. 67 % dos pesquisados se dizem satisfeitos com a vida que levam e 9 % estão muito satisfeitos. 27 % dos pesquisados acreditam que a melhor campanha é da presidenta Dilma e apenas 13 % de Marina e 14 % de Aécio. Quando perguntado por qual partido o eleitor tem mais simpatia o PT dá de lavada com 19 % e em segundo lugar o PMDB com 4%.  A mídia golpista sonega tais detalhes e promove a empulhação(lembremo-nos de Brizola contra Moreira Franco, no Rio, em 1982). Como afinal o PiG consegue distorcer os números, divulgando à exaustão que Marina reverteria a diferença de 38% que a separaria de Dilma, derrotando sua oponente? Confira na integra a pesquisa aqui : http://goo.gl/Rh5o4D
(Postado por Kiko Machado)